Blog para divulgação dos sermões e estudos proferidos na Igreja Batista Emanuel Reformada de Petrolândia-PE
quarta-feira, 4 de julho de 2018
sexta-feira, 18 de maio de 2018
sábado, 28 de abril de 2018
quarta-feira, 18 de abril de 2018
sábado, 14 de abril de 2018
sexta-feira, 13 de abril de 2018
sexta-feira, 30 de março de 2018
Josué 10.1-43: Agindo Deus, quem impedirá? (parte 1)
A previsibilidade é uma característica do ser humano. Aquilo que o
homem faz pode ser antecipado; na sua atitude e até mesmo no seu pensamento. A
maneira como o homem reage a determinadas situações também pode ser previsto.
Aqui em Josué, onde nos encontramos num contexto de guerra, prever
a ação do inimigo é um fator que traz grande vantagem contra o oponente; e que
pode facilmente determinar uma vitória. Vitória que pode se dar até com poucas
baixas (soldados mortos) e muito menos recursos utilizados.
Conseguir prever e se antecipar ao inimigo faz com que se impeça o
oponente de realizar seus planos, de pôr em prática sua estratégia. Mas isso só
pode ocorrer no âmbito humano; Numa guerra onde estão envolvidos apenas seres
humanos.
Nos versículos que lemos, vemos o autor de Josué declarando que
Deus pelejou por Israel e trouxe tremenda vitória sobre seus inimigos. Então,
além do fator humano, está aí envolvida a presença de Deus! O que altera
totalmente a característica da batalha.
Deus conhece todas as coisas e também tem todo o poder para
realizar aquilo que deseja. Sendo assim, Ele não pode ser pego de surpresa. Entretanto,
pode perfeitamente ser imprevisível; e, ainda, ninguém poderá impedir de
realizar aquilo que lhe apraz.
No sermão dessa noite que tem o título “Agindo Deus, quem
impedirá?” desejamos expor os primeiros aspectos de como Deus agiu em favor do
seu povo, observando a grande vitória que ele concedeu a Israel frente aos seus
inimigos.
A pergunta que vai nos guiar nessa exposição é: De que maneira Deus
agiu em favor do seu povo que lhe trouxe uma tremenda vitória?
1) Conturbando os inimigos (v.6-11)
2) Atendendo à oração do crente quando em necessidade (v.12-15)
Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Josué 10.1-43
Data: 08.10.2017
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Josué 9.1-27: Pedindo antes o conselho de Deus (parte 2)
Josué acabara de renovar a aliança de Israel com Deus e se
preparava para avançar na conquista da Terra Prometida. Eles estavam caminhando
do centro para o sul, mas iriam encontrar essa resistência pela frente.
Entretanto, ainda quando estavam no acampamento em Gilgal, foram
surpreendidos com uma comitiva de embaixadores; pessoas que traziam uma proposta
de paz, de aliança com Israel, e também que se dispunham a ser seus servos para
não ter que pelejar contra o povo de Deus.
A proposta de paz estava fundamentada numa fraude, pois a comitiva
se dizia de uma terra distante, quando na verdade eram moradores de Canaã. Eram
de Gibeão, a capital dos gibeonitas, povo vizinho.
Mas Josué e os príncipes não conseguiram descobrir a fraude, pois
os gibeonitas elaboraram um ótimo estratagema; prepararam todos os elementos para
que não fossem descobertos, inclusive citando ordens de Deus dadas através de
Moisés.
Diante de um cenário como esse, de que maneira Josué e os líderes
de Israel poderiam descobrir essa farsa? Consultando primeiro ao Senhor!
Com o título “Pedindo antes o conselho de Deus” o sermão dessa
noite irá concluir apresentando mais razões pelas quais devemos sempre
consultar a Deus antes de tomar qualquer decisão.
No sermão anterior aprendemos que devemos consultar ao Senhor
porque:
1) Os filhos deste mundo são mais astutos do que os filhos da luz;
2) Nossa tendência é julgar pelas aparências.
As demais razões pelas quais o cristão deve sempre pedir o conselho
de Deus antes de tomar uma decisão são:
3) Sempre há o risco de tomar uma decisão
precipitada
4) Decisões precipitadas trazem consigo consequências
Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Josué 9.1-27
Data: 01.10.2017
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Josué 9.1-27: Pedindo antes o conselho de Deus (parte 1)
Após a parada para cultuar a Deus, pois a vida do povo de Deus gira
em torno da aliança; Israel começa a conquista do sul de Canaã; eles estavam
indo do centro para o sul.
Agora devido às vitórias sobre Jericó e principalmente sobre Ai,
dominavam o alto das montanhas. Essa era uma posição estratégica e indicava um
excelente avanço no objetivo principal.
Vendo tal avanço, os reinos que haviam na região resolveram se unir
para enfrentar um inimigo comum. É importante destacar que os reis da região
não eram unidos entre si. Muito pelo contrário, havia guerras constantes entre
eles;
Mas nesse momento os adversários dos israelitas, que eram
adversários entre si, se uniram, se ajuntaram. Entretanto, os moradores de
Gibeão, que era uma cidade importante, capital do povo heveu, resolveram não
aderir à confederação formada para combater Israel.
E, para poder escapar do enfrentamento com Israel, elaboraram um
plano para conseguir fazer aliança com o povo de Deus, mas a aliança seria
realizada por meio de uma fraude, de um engano, de uma mentira;
Josué, juntamente com os príncipes de Israel, caíram na fraude e concordaram
em fazer tal aliança, que, poucos dias depois, demonstrou ser extremamente
precipitada. No entanto, não deveria mais ser quebrada, por ter sido feita em
nome de Deus.
Com o título “Pedindo antes o conselho de Deus”, no sermão dessa
noite desejamos apresentar aos irmãos os primeiros motivos pelos quais o
cristão deve antes consultar primeiro ao Senhor para poder tomar decisões na
sua vida.
Tomando o exemplo de Israel, queremos mostrar os primeiros motivos
para sempre consultarmos a Deus antes de tomarmos uma decisão:
1) Os filhos deste mundo são mais astutos do que os filhos da luz.
2) Nossa tendência é julgar pelas aparências
Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Josué 9.1-27
Data: 24.09.2017
Josué 8.30-35: Renovando a aliança com Deus (parte 2)
Em lugar de festejar a vitória de Ai, Josué fez uma coisa que podia
parecer militarmente tola: Parou para empreender uma peregrinação ordenada por
Deus.
Mas Josué estava na verdade cumprindo uma ordem dada por Deus a
Moisés. Deus ordenou que o povo renovasse a aliança antes de prosseguir com a
conquista da terra prometida
Nessa noite daremos continuidade à exposição do sermão “Renovando a
aliança com Deus”.
Desejamos mostrar aos irmãos que, assim como Deus levou o povo a
renovar a aliança antes de continuar a conquista de Canaã, da mesma maneira o
cristão necessita renovar sua aliança com Deus para poder prosseguir no caminho
da Canaã celestial.
Observando a forma como Josué conduziu o povo a renovar a aliança
com Deus, aprendemos na primeira parte do sermão que a vida do povo de Deus
gira em torno da aliança:
1.1) Ao parar a conquista para cultuar a Deus (v.30);
1.2) Ao prestar um culto conforme Deus determinou (v.31).
Hoje aprenderemos que o povo de Deus vive segundo os seus
mandamentos.
2.1) Ao escrever uma cópia da Lei (v.32);
2.2) Ao pronunciar as bênçãos e as maldições da Lei (v.33-34).
Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Josué 8.30-35
Data: 17.09.2017
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Josué 8.30-35: Renovando a aliança com Deus (parte 1)
Renovar quer dizer trazer novamente á lembrança; dar o aspecto de
novo; consertar, melhorar. A renovação ocorre em muitos aspectos da vida
humana. No ambiente corporativo, nos negócios, é muito comum a renovação de
contratos. Empresas que obtiveram bons resultados em parceria com outras,
renovam essas parcerias, renovam seus contratos.
Um empregado que prestou serviço e foi eficiente, bem-sucedido na
sua função, normalmente tem seu contrato de serviço renovado, caso a empresa
ainda precise da sua mão-de-obra.
Ou seja, é muito comum a questão da renovação nos relacionamentos
humanos. No que diz respeito ao relacionamento de Deus com o seu povo também. Sabemos
que devido à distância que há entre Deus e o homem, o Soberano sempre se
relaciona com o homem através de um pacto ou aliança. Deus elaborou todas as
cláusulas dessa aliança e repassou para o homem desde Adão até Cristo. Como é finito
e mutável, o homem por várias vezes tem quebrado essa aliança.
Entretanto, Deus jamais falhou em qualquer das condições do
contrato, do pacto, da aliança que fez com o homem. Eis a razão pela qual vemos
Deus ordenando a Israel que lembre constantemente da aliança que Ele fez com
Abraão; que eles gravassem na mente e no coração os seus mandamentos. E também
que lembrassem das bênçãos e maldições.
Esse aspecto é tão importante para Deus que Ele novamente interrompe
a caminhada do povo sob o comando de Josué. Após a tomada de Jericó e Ai,
deveríamos ter esperado que a próxima ordem fosse tomar posse do restante do país;
alargar as vitórias sobre outras cidades e levar a guerra às entranhas da
nação, agora que conquistaram as cidades fronteiriças.
Mas novamente somos surpreendidos pelo modo de agir de Deus; Ele
novamente não segue o padrão humano e manda o povo parar as conquistas.bEles
continuam caminhando, mas não para enfrentar mais inimigos; Deus, por meio de
Josué, os leva para oferecer sacrifícios, ouvir a lei e para dizer amém às
bênçãos e maldições, dantes pronunciadas por Moisés.
Ou seja, Josué estava “Renovando a aliança com Deus”, que é o
título do nosso sermão.
Essa decisão tão significativa nos indica que o cristão também
necessita renovar sua aliança com Deus. Se com o povo no Antigo Testamento a
renovação da aliança se deu antes da conquista completa da terra prometida, com
o cristão nos nosso dias a renovação da aliança deve ocorrer para poder
prosseguir no caminho da Canaã celestial.
Josué levou o povo a renovar sua aliança com Deus em dois aspectos.
Hoje veremos o primeiro aspecto que é:
1) Mostrando
que a vida do povo de Deus gira em torno da aliança
1.1) Ao parar a conquista para cultuar a Deus (v.30);
1.2) Ao prestar um culto conforme Deus determinou (v.31).
Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Josué 8.30-35
Data: 10.09.2017
Josué 8.3-17: A Estratégia da Vitória (parte 2)
Os primeiros versículos nos mostram Deus exortando Josué para
retomar o caminho da vitória na conquista da terra prometida, depois da derrota
inesperada sob os soldados da cidade de Ai.
Para que a vitória viesse, Deus usou uma estratégia completamente
diferente tanto daquela proposta pelos espias que foram primeiro observar a terra,
quanto daquela de Jericó, que durou sete dias e levou o povo a rodear Jericó e
gritar, antes da luta corporal.
Mas, sob a orientação divina, o povo foi vitorioso em Jericó e
também em Ai após seguirem a estratégia e o plano traçado por Deus. Estratégias
diferentes, planos diferentes, resultados iguais: vitória.
Sabe por quê? Porque somente Deus conhece a estratégia que concede
vitória na batalha contra o inimigo, seja ele qual for.
Nessa mensagem concluiremos o sermão “A estratégia da vitória”, no
qual pretendemos extrair ensinamentos com a maneira com que Deus conduziu
Israel a vitória contra a cidade de Ai.
No domingo passado vimos que:
1) Somente Deus conhece o plano que conduz à vitória (v.3-7a);
2) Mesmo em circunstâncias favoráveis devemos compreender que Deus
é quem dá a vitória (v.7a-17).
Na conclusão do sermão aprenderemos que:
3) Ouvir a voz de Deus e identificar os sinais que ele nos dá
garante a vitória (v.18-23);
4) Aguardar o tempo de Deus nos faz desfrutar a vitória (v.24-29).
Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Josué 8.3-17
Data: 03.09.2017
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
Josué 8.3-17: A Estratégia da Vitória (parte 1)
Muito se fala da batalha de Jericó, mas pouco se conhece de todos
os eventos que ocorreram em Ai. O foco
em Ai é dado muito mais pela derrota devido ao pecado de Acã, que está descrito
no capítulo 7, do que a vitória subsequente que Deus concedeu ao povo,
relatada no capítulo 8.
Talvez a razão seja porque
a batalha de Jericó foi vencida por meio de uma intervenção divina direta; as
fortes muralhas que protegiam a cidade ruíram ao som do grito do povo. E esse
fato inesperado deu ao exército de Israel a condição de encurralar os cananeus
na sua própria cidade; que ficou cercada e fragilizada com a ruína das
muralhas.
Sem dúvida alguma a batalha de Jericó foi marcante e, por isso, uma
das mais lembradas da Bíblia. Como vimos, a estratégia dada por Deus foi única
e impensada: rodear a cidade por várias vezes durante sete dias, e depois
gritar, garantiu a vitória.
Depois de Jericó, colocava-se à frente de Israel um novo desafio.
Era a cidade de Ai que estava no caminho do povo de Deus para a conquista da
terra prometida. Deus a usa para interromper a caminhada de Israel e mostrar as
consequências do pecado oculto no meio do seu povo. Confessado e abandonado o
pecado, é hora de retomar o caminho da vitória.
E foi o que ocorreu com Ai. Deus usou uma estratégia completamente
diferente daquela de Jericó, concedendo a vitória em apenas um dia. Sabe por
quê? Porque somente Deus conhece a estratégia que concede vitória na batalha
contra o inimigo.
Com o título “A estratégia da vitória”, veremos lições do que
podemos aprender com a estratégia que Deus usou na batalha de Ai.
As duas primeiras lições são:
1) Somente Deus conhece o plano que conduz à vitória (v.3-7a);
2) Mesmo em circunstâncias favoráveis devemos compreender que Deus
é quem dá a vitória (v.7a-17).
Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Josué 8.3-17
Data: 27.08.2017
Lucas 22.54-62: O Fracasso do Crente
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Josué 8.1-2: Retomando o caminho da vitória
Deus havia interrompido a caminhada do seu povo em função de um
pecado oculto. Israel experimentou uma derrota inesperada. Mesmo o pecado sendo
de um só homem, que certamente foi acobertado por sua família, todo o Israel
sofreu as consequências.
Uma tristeza profunda tomou conta de Josué e dos anciãos de Israel,
ao ponto deles rasgarem as suas vestes e jogarem pó sobre a cabeça. Naquele
momento Deus fez o povo parar, e apenas a eliminação do pecado o faria
novamente prosseguir.
Deus então abre os olhos de Josué e de todo o Israel para as
terríveis consequências do pecado no meio do povo. A disciplina foi aplicada e
o nome de Deus glorificado.
Agora era o momento de prosseguir, a conquista tinha apenas
iniciado com Jericó. Mas, diante de uma derrota tão recente, de que maneira
deveria agora agir? A estratégia anterior falhou! O conselho dos espias não foi
sábio.
Como proceder na retomada do caminho da vitória?
É essa pergunta que nos propomos a responder esta noite com o sermão
“Retomando o caminho da vitória”. Para retomar o caminho da vitória:
1) Não devemos temer o inimigo
2) Devemos saber que Deus pode mudar a estratégia da batalha
Pregador: Pr. Rogério
Brilhante
Texto: Josué 8.1-2
Data: 13.08.2017
Josué 7.10-15: A loucura de Acã
O povo havia acabado de destruir Jericó, a cidade-fortaleza, o que
deixou o caminho da parte inferior aberto. Para prosseguir nas conquista faltava conquistar uma cidade logo adiante.
Era, por assim dizer, uma fortaleza menor. Ficava no alto e se chamava
Ai. De lá, os israelitas teriam o controle na montanha e poderiam expandir seu
domínio sobre a terra prometida.
A fortaleza maior e mais bem preparada tinha sido vencida; o mais
fraco estava logo adiante. A
surpreendente vitória sobre Jericó era como um abre-alas para Israel. Psicologicamente
o povo estava pronto para avançar, de modo que o que estava adiante era aparentemente
mais fácil de ser conquistado.
Mas o que ocorre é uma derrota impensada! Não apenas 36 homens
foram mortos, mas também os demais fugiram diante dos homens de Ai. Desceram
ladeira abaixo, tropeçando em si mesmos, atrapalhados. Homens valentes de
guerra, escolhidos a dedo, correndo de um inimigo avaliado e considerado fraco!
Como poderia ter ocorrido uma derrota como esta? Não estava com
eles o príncipe do exército do Senhor? Não contemplaram a providência de Deus
na conquista de Jericó? Não tinham se preparado, se santificado, para a
conquista da terra prometida? Não haviam derrotado uma cidade-fortificada?
Por qual motivo veio a derrota que deixou Josué tão abalado? A
resposta se encontra no versículo 15, parte b: Alguém violou a aliança do
SENHOR e cometeu loucura em Israel. Quem agiu dessa maneira foi Acã, filho de
Carmi, filho de Zabdi, filho de Zera, da tribo de Judá.
Por isso no sermão dessa noite, com o título “A loucura de Acã”, veremos
por meio da cobiça de Acã duas loucuras que ele cometeu ao tomar para si as
coisas consagradas a Deus, que foram:
1) A loucura de cobiçar o reconhecimento do mundo
2) A loucura de cobiçar o que era destinado à casa do Senhor
Pregador: Pr. Rogério
Brilhante
Texto: Josué 7.10-15
Data: 06.08.2017
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Josué 6.22-27: Os contrastes de Jericó
Quando um profissional
médico solicita um exame de raio-X, tomografia ou ressonância, ele deseja ver
melhor as estruturas internas do corpo do paciente. As imagens produzidas por
esses exames buscam indicar com clareza qualquer parte do interior do corpo
humano.
Muitas vezes, a aparência e comportamento dessas estruturas são muito parecidas. Nesses casos, tem-se a opção de usar o contraste que aumenta ainda mais a capacidade de nitidez das imagens, e que faz com que essas estruturas internas possam se diferenciar umas das outras. O contraste é uma substância líquida injetada na veia do paciente durante a realização do exame.
Muitas vezes, a aparência e comportamento dessas estruturas são muito parecidas. Nesses casos, tem-se a opção de usar o contraste que aumenta ainda mais a capacidade de nitidez das imagens, e que faz com que essas estruturas internas possam se diferenciar umas das outras. O contraste é uma substância líquida injetada na veia do paciente durante a realização do exame.
Quando observamos a
batalha de Jericó também encontramos situações muito contrastantes, que
manifestam diferenças significativas no mesmo evento, na mesma ocasião.
Olhando bem, há algo
mais do que apenas a manifestação do juízo de Deus sobre a primeira cidade após
o rio Jordão. A execução das ordens de Deus por parte dos israelitas sob o
comando de Josué vai deixar em relevo dois importantes aspectos.
No sermão de hoje intitulado
“Os contrastes de Jericó”, retiraremos importantes lições para nossas vidas
observando as seguintes situações contrastantes:
1) A bênção sobre Raabe e sua família (v.22,23 e 25)
2) A maldição sobre Jericó e quem a reedificasse (v.24 e 26)
Pregador: Pr. Rogério
Brilhante
Texto: Josué 6.22-27
Data: 30.07.2017
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