sábado, 1 de abril de 2017

Jonas 1.1-3 - Uma inútil tentativa de fuga

Conhecemos Jonas, ou a história de Jonas, principalmente por causa do grande peixe; ou da baleia, como muitos deduzem que seja ela o animal que engoliu o profeta. Quando estudamos a fundo, esse grande peixe é o personagem que menos aparece na narrativa. Em apenas duas passagens ele é diretamente citado.
Como todos os demais, é mais um instrumento do Deus soberano. Deus, na verdade, é o personagem principal do livro; não é Jonas, muito menos o grande peixe.
A Bíblia também pouco fala a respeito de Jonas. Muitos críticos até nem consideram Jonas um personagem real. Alguns tomam esse livro e o comparam com as parábolas que Jesus citava.
Mas a verdade é que o próprio Cristo atesta a veracidade não apenas do profeta Jonas, mas de tudo o que é dito nesse livro.
Quem é pois o profeta Jonas? O que sabemos sobre Jonas, está registrado em 2Re 14:24-27. Filho de Amitai, o profeta, o qual era de Gate-Hefer (uma cidade que ficava perto de Nazaré). Ele foi anunciar a Palavra de Deus a Israel, que à época tinha como rei Jeroboão II.
Deus se compadeceu do povo, mesmo tendo um rei perverso e o povo estar numa situação de declínio espiritual. Conforme Jonas profetizou, aconteceu.
A outra mensagem de Deus ao profeta está registrada em Jonas 1.1-2. Entretanto, de maneira bem diferente da anterior, Jonas não cumpre a ordem de Deus e, na verdade, se dispõe para fugir da presença de Deus. 
Essa “Inútil tentativa de fuga” do profeta nos traz duas importantes lições:

1) Que mesmo os cristãos estão dispostos a desafiar a Deus e fugir da Sua presença
2) Que as circunstâncias favoráveis para a fuga não representam o favor divino

Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Jonas 1.1-3
Data: 05.02.2017
https://www.4shared.com/mp3/rR6ijHtqca/Mensagem_-_Pr_Rogrio_Brilhante.html

quinta-feira, 9 de março de 2017

Apocalipse 2.1-7: O retorno ao primeiro amor (parte 3/3)



Nesse sermão finalizaremos essa série de mensagens baseada na pequena carta que João escreveu endereçada aos irmãos de Éfeso, mas que claramente é destinada não apenas às sete igrejas da Ásia (Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sades, Filadélfia e Laodiceia), como a todas as igrejas de Cristo em todos os tempos.
A igreja de Éfeso fora abençoada com pastores excelentes, dentre os quais Paulo e João, apóstolos de Jesus, e Timóteo um cooperador apostólico.
Mesmo que a igreja tenha sido instruída por esses três pastores, com o passar do tempo começaram a declinar no amor a Cristo.
Cristo, o supremo pastor, que caminha no meio da sua igreja, os repreendeu por apartar-se de seu primeiro amor;
A igreja, por ser distinta das demais organizações humanas da sociedade, perde sua característica, deixa de ser igreja, quando não vive o evangelho por amor a Cristo. Quando o amor de Cristo não mais os constrange.
Cristo então os censurou e deixou claro que, como a igreja pertence a Ele, assim como comanda os seus ministros, deveriam se arrepender e imediatamente voltar ao primeiro amor. Caso contrário, seria tirado deles o candeeiro.
A igreja seria movida dali. Seria removida, não mais existiria. Poderia até haver pessoas se reunindo com o nome de igreja, mas não seria uma igreja verdadeira.
Deus poderia retirar seu ministro fiel, deixando-os na escuridão espiritual.
Agora veremos as duas últimas formas que João nos mostra como a igreja pode voltar ao primeiro amor:
5) Reconhecendo e preservando as suas virtudes (v.2,3,6)
6) Reconhecendo a voz de Cristo (v.7a)

Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Apocalipse 2.1-7
Data: 15.01.2017



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Apocalipse 2.1-7: O retorno ao primeiro amor (parte 2/3)



Na mensagem anterior vimos que o Espírito Santo moveu João a denunciar um erro grave na vida da igreja de Éfeso que o foi o abandono ao primeiro amor.
Sendo assim, era preciso retornar, caso contrário, Cristo iria remover o candeeiro, iria deixar a igreja nas trevas do verdadeiro conhecimento.
Aprendemos que era necessário:
1) Reconhecer o erro (v.4): o esfriamento do amor a Cristo e aos irmãos. O testemunho que aqueles irmãos estavam dando não era mais o mesmo. Eles não apresentavam mais garra, vigor; não eram soldados conquistadores, que buscavam avançar o reino de Deus.
2) Reconhecer a necessidade do retorno (v.5a): Observar como era a igreja no passado. Olhar para aproximadamente 40 anos atrás. Ver como agia. Reconhecer que pioraram. Não mais agir com orgulho, altivez de espírito.
Nessa sermão veremos mais duas maneiras apresentadas por Cristo para que a igreja volte ao primeiro amor. São elas:
3) Reconhecer que Cristo detém o poder sobre a igreja (v.1)
4) Reconhecer as consequências de se manter no erro (v.5b)

Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Apocalipse 2.1-7
Data: 01.01.2017



Apocalipse 2.1-7: O retorno ao primeiro amor (parte 1/3)



O Espírito Santo moveu o apóstolo Paulo a escrever algo crucial para a igreja de Éfeso e que também se aplica a todas as igrejas.
Observando a grandeza da graça de Deus na vida daqueles irmãos, Paulo roga a Deus de forma humilde e solene o pleno desenvolvimento daqueles irmãos no conhecimento de Deus.
Nesse momento ele se encontrava preso em casa, acorrentado a um soldado romano. Mesmo assim, o evangelho não deixava de ser transmitido. Ele fundou essa igreja e estava recebendo notícias alvissareiras (boas notícias) daqueles irmãos.
Entretanto, ao longo dos anos, a igreja deixou de buscar conhecer o amor de Cristo, pois essa é uma ação que deve ser contínua na vida do cristão.
Os irmãos abandonaram esse conhecimento. Não deram a importância devida a essa busca que é inacabada. Então, Deus agora usa João para trazer a devida exortação àquela igreja tão virtuosa que havia abandonado o primeiro amor.
Com o título “O retorno ao primeiro amor”, com base no texto lido veremos as duas primeiras formas apresentadas por Cristo para que a igreja volte ao seu primeiro amor, que são:
1) Reconhecendo seu erro (v.4)
2) Reconhecendo a necessidade do retorno (v.5a)

Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Apocalipse 2.1-7
Data: 25.12.2016