sexta-feira, 22 de julho de 2016

Ex. 20.18-20 - A rejeição à palavra de Deus



O contexto dessa leitura corresponde ao momento em que o povo de Israel recebe os Dez Mandamentos. Anteriormente eles tinham se santificado para essa ocasião tão especial. E os Mandamentos foram pronunciados pelo próprio Deus. Deus desceu até o monte e falou com o povo.
A Bíblia nos relata um momento ímpar que manifestou a grandeza de Deus.
Deus havia preparado o povo – santificado o povo – para lhes transmitir a Palavra da Verdade. O pregador foi o próprio Deus. E mediante toda manifestação de glória, majestade, santidade e poder, o povo tremia e se afastava.
Num determinado momento, as autoridades de Israel chamaram Moisés e disseram: Fala tu conosco, e ouviremos: e não fale Deus conosco, para que não morramos.
Por que o próprio povo de Deus está recusando ouvir Sua voz?
Com o título “A rejeição à Palavra de Deus”, responderemos à pergunta: Por que os homens rejeitam a Palavra de Deus? E as respostas são:
1) Porque eles têm pecados ocultos
2) Porque querem ouvir uma voz mais agradável

Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Êxodo 20.18-20
Data: 17.04.2016


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Mc 5.1-20 - As inevitáveis consequências da pregação do Evangelho



Nosso texto de referência é muito interessante pois descreve o momento em que Jesus e seus discípulos, logo que saíram do barco, foram “surpreendidos” pela presença de um homem possesso de espírito imundo.
Eles estavam vindo da outra margem do mar da Galiléia. Na missão de Cristo, aquela rota que havia traçado, era importante. Tinha alguém que ele queria encontrar.
O texto fala que veio um homem ao encontro deles, mas na verdade Cristo é que foi ao seu encontro, pois Ele tinha ali um dos escolhidos do Pai; e ele carecia de libertação.
Mas nessa história há dois aspectos antagônicos (contrários) que chamam a atenção:
Primeiro, em relação ao homem que foi liberto, o verso 18 diz: “Ao entrar Jesus no barco, suplicava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele”.
Segundo, o pedido que está relatado nos versículos 16 e 17, quando as pessoas daquele lugar viram o endemoninhado liberto.
Como compreender duas reações tão distintas acerca do mesmo fato?
De um lado temos um homem que pede para ficar para sempre com Jesus e, do outro temos uma multidão que roga a Jesus para ir embora das suas terras.
Aqui está representada as inevitáveis consequências da pregação do Evangelho:
1) Rejeição ou perdição;
2) Aceitação ou salvação.

Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Marcos 5.1-20
Data: 03.04.2016

http://www.4shared.com/mp3/F7EdylDoce/Mensagem_-_Pr_Rogrio_-_Marcos_.html

Ef. 1.13-14 Os benefícios em Cristo da obra do Espírito Santo



Nesse trecho temos mais uma transição gradual do Filho, mencionado no final do versículo 12, para o Espírito Santo; da mesma maneira como ocorreu do Pai para o Filho nos versículos anteriores.
Toda a triunidade está envolvida na grande obra que Deus elaborou antes da fundação do mundo.
Naquele momento, naquele conselho santo entre as três pessoas da divindade, Eles definiram de maneira soberana, voluntária e cooperativa como iriam atuar para ter um povo exclusivamente seu.
Deus, o Pai, iria escolher dentre a humanidade, segundo o beneplácito da sua vontade, os eleitos.
Deus, o Filho, realizaria a obra necessária para a salvação desse povo, cumprindo os requisitos da justiça do Pai.
Deus, o Espírito, aplicaria a obra de Cristo na vida dos eleitos, convencendo-os do pecado, e da justiça e do juízo.
Eles também definiram que iriam abençoar cada um dos escolhidos com toda sorte de bênçãos espirituais.
E nesse sermão veremos “Os benefícios em Cristo da Obra do Espírito Santo”, concluindo esse parágrafo da epístola que enaltece e glorifica a Deus por tudo o que Ele fez pelos seus.
O texto nos apresenta os seguintes benefícios da obra do Espírito Santo:
1) Uma marca permanente
2) A garantia de vida eterna

Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Efésios 1.13-14
Data: 27.03.2016


sexta-feira, 15 de julho de 2016

Ef. 1.11-12 Os benefícios em Cristo da Redenção (parte 3) - Uma herança assegurada



Deus tem um plano para a vida de cada um. Ouvi muito essa frase quando era mais jovem. Ela sempre foi especialmente dita aos descrentes, quando se estava evangelizando.
Por mais que essa afirmação seja verdade, ela não era dita pelo motivo correto. Na época pensava que Deus desejava salvar todo mundo; assim interpretava João 3.16.
É verdade que Ele tem um plano para cada um. Mas essa afirmativa precisa ser entendida à luz da própria Escritura. Deus tem um plano ou propósito para cada um porque primeiramente Ele criou todas as coisas.
Ele criou todo o universo. Da maior à menor criatura. Da menor partícula (microscópica ou nanoscópica) ao maior astro reluzente que se tem conhecimento até hoje nas galáxias. Ele não criou nada ao acaso, por displicência ou por caso fortuito.
Isso significa que Deus não apenas criou, mas também conduz e dirige todas as coisas para atender aos seus desígnios. Deus, antes da fundação do mundo, juntamente com o Filho e o Espírito Santo, elaborou um plano. Um plano de salvação. Uma plano que, no final, todas as coisas vão lhe trazer glória.
Mas esse plano não foi destinado à toda humanidade, ao contrário do que pensávamos. O plano de salvação, conforme Paulo nos diz nessa carta, foi para os escolhidos antes da fundação do mundo.
O apóstolo nos fala que a união em Cristo nos traz as bênçãos da remissão dos pecados (livramento da condenação e a liberdade), e o direito à glória futura porque fomos feitos herdeiros.
Então, em Cristo, temos aqui mais um grande benefício da redenção que é: “Uma herança assegurada”.
Com base no texto, mostraremos que esse benefício está assegurado ao crente por dois motivos:
1) Pela vontade de Deus;
2) Para o louvor a Deus

Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Efésios 1.11-12
Data: 13.03.2016





segunda-feira, 11 de julho de 2016

Os benefícios em Cristo da Redenção (parte 2) - Uma graça abundante (28.02.2016)



Nessa carta, quando faz menção da graça, Paulo invariavelmente usa um superlativo. Ou seja, ele usa uma palavra que denota o mais alto grau; um grau elevado de algo que não se pode comparar.
O desejo de Paulo é que todos conheçam e desfrutem dessa graça. Que desfrutem dos benefícios em Cristo que é essa graça abundante.
O apóstolo não consegue ficar sem utilizar palavras que valorizam ao extremo a bondade de Deus para com seus eleitos. Paulo falou da riqueza da graça de Deus porque a experimentou e continuava dela desfrutando.
Nesse sermão continuaremos a mostrar mais alguns benefícios da redenção que os crentes desfrutam devido á riqueza de sua graça, que são:
1) Sabedoria e prudência
2) A revelação do seu mistério
Pregador: Pr. Rogério Brilhante
Texto: Efésios 1.8-10
Data: 28.02.2016